quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Dia da massa
Dia da Massa
Existe dia pra tudo, como o Dia das crianças, mães, pais etc. Criatividade não falta para criar uma data comemorativa, seja sob a ótica comercial ou para prestar uma simples homenagem. Na gastronomia, entre as datas mais lembradas está o Dia da Massa, que é comemorado em países de todo o mundo.
O dia 25 de outubro foi estabelicido em 1995, num congresso internacional de pastas na Itália. O Brasil é o terceiro produtor de macarrão do mundo e o segundo consumidor. Em 2007, a média de consumo de uma pessoa em um ano foi de 6,7 quilos de massa.
Segue uma ótima receita para qualquer momento…
Penne ao molho de cerveja
Ingredientes:
1 pacote de penne
1 dente de alho
1/2 cebola picada
1/2 colher (sopa) de manteiga
2 latas de cerveja
1 cubo de caldo de carne
2 colheres (chá) de amido de milho
50g queijo parmesão ralado
Sal e pimenta-do-reino
Preparo: cozinhe a massa. A parte, refogue a cebola picada na manteiga. Adicione uma lata de cerveja e o cubo de caldo e ferva por três minutos.
Dissolva o amido de milho na outra lata de cerveja e despeje na panela. Cozinhe, até engrossar. Corrija o sal e a pimenta-do-reino.
Misture tudo e sirva.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Breve história da massa na Itália
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Sobre queijos - Gorgonzola
Queijo Gorgonzola
O Queijo Gorgonzola, italiano, é conjuntamente com o francês Roquefort um dos queijos com maior notariedade no planeta, elaborado a partir de leite de vaca, no Vale do Pó com relatos do ano 880 da era cristã, com sua denominação original de “Stracchino di Gorgonzola”. Conhecido genericamente como queijo azul, pelo abundante crescimento do mofo Penicillium roqueforti, de tonalidade azul-esverdeado, com sabor e aroma característico, tendendo ao picante, dependendo de qual momento será degustado
O crescimento do mofo se completa por volta dos 30 dias de maturação, momento em que normalmente o queijo é embalado em papel alumínio, inteiro ou em fatias, armazenado sob refrigeração até o momento ideal de sua degustação, que deve ocorrer normalmente por volta de 45 a 50 dias (momento no qual a ação proteolítica e lipolitica, promovida pelas enzimas secretadas pelo Penicillium, se encontra estabilizada).
Ingredientes
Leite pasteurizado com teor de gordura na faixa de 3,9 a 4%.
Cloreto de Cálcio solução 40%: 40 ml para 100 litros de leite.
Coagulante Quimase líquido, na dosagem de 20 ml para cada 100 litros de leite.
Salga a seco.
Fermento lático mesofílico, na dosagem de 1,5% sobre o volume de leite ou fermento para uso direto na dosagem recomendada pelo fornecedor (fermento dvs aumentar a dose recomendada).
Penicillium roquefort diluído em água destilada e mantido sob refrigeração por 48 - 72 horas na dosagem recomendada pelo fornecedor deste fungo.
1º dia - preparo do leite e adição dos ingredientes
O leite após sua seleção deverá ser pasteurizado em sistema rápido HTST 75ºC/ 15 a 16 segundos ou sistema lento 65ºC por 20 a 30 minutos seguidos de resfriamento para temperatura de 31 - 32ºC.
Deverá ser adicionado dos ingredientes na seguinte ordem: cloreto de cálcio, fermento lático, solução aquosa com o Penicillium roqueforti e por último o coagulante na dose especificada.
Coagulação e corte da coalhada
Decorridos 60 minutos da adição do coagulante, verifica-se a formação da coalhada (este período poderá se estender por até 90 minutos) e procede-se o corte com auxílio das liras vertical e horizontal, primeiro num único sentido utilizando a lira horizontal, seguida da lira vertical e se necessário um terceiro corte com a lira vertical no sentido oposto ao primeiro corte (sentido longitudinal). A acidez do soro no momento do corte deverá ser mínima de 14ºD (graus Dornic), que é um indicativo do desenvolvimento do fermento lático. A massa deverá permanecer em repouso por 5 minutos.
Mexedura e ponto da massa
Decorridos este tempo, inicia-se a mexedura da massa por períodos de 5 minutos seguido de repouso no mesmo tempo (intermitentemente), perfazendo-se um total de 50 a 60 minutos para determinação do ponto. Determinado o ponto, deixa-se a massa em repouso (irá decantar, pois está mais pesada). A acidez Dornic neste momento deverá estar compreendida entre 16 a 18ºD.
Retirada do soro, fermentação da massa e salga a seco
A massa deverá ser recolhida no canto oposto à saída do tanque de fabricação, escoando totalmente o soro. Forma-se um bloco único que deverá ser divido em blocos menores, virando-os freqüentemente para que a massa não esfrie em demasia. Esta operação deverá finalizar quando o soro atingir a faixa de 30 – 35ºD.
Os blocos são triturados e adicionados de sal refinado na dosagem de 500 gramas para cada 100 litros de leite. Enforma-se em formas apropriadas.
Como regular o tamanho dos queijos
Encha uma forma por inteiro e outra pela metade, verta a forma cheia sobre a forma pela metade, no decorrer de 90 minutos (fazendo-se três viragens). Desta forma obtém-se um queijo no diâmetro da forma com altura maior (tamanho típico).
Repouso
Os queijos deverão permanecer em temperatura ambiente até o dia seguinte, visando o arredondamento da fermentação lática (que desempenha papel fundamental na elaboração deste queijo).
2º dia – verificação da fermentação e início da salga a seco:
O pH da massa no dia seguinte a sua elaboração deverá estar entre 4,7 a 4,8. Inicia-se neste momento, por um período de 3 dias a salga a seco, esfregando-se sal sobre a crosta do queijo.
O sal desempenha um papel seletivo na maturação do Queijo Gorgonzola, estimulando o crescimento do Penicillium roqueforti e inibindo contaminações que são indesejáveis no processo. A quantidade de sal é adicionada de forma a uma regulagem de 3,20 a 3,60% de sal no queijo, após a maturação.
É comum um crescimento mais brando na região próxima a crosta do queijo, pela ação de um teor mais concentrado de sal nesta região.
Completado o último dia da salga, os queijos deverão ser destinados para uma câmara de maturação com temperatura regulada para 9 a 10ºC.
Condições ideais de maturação:
Temperatura da câmara de maturação: 9 a 10ºC
Umidade: 95%
5º a 6º dia – perfuração dos queijos:
Os queijos devem ser perfurados a partir deste período visando à estimulação do crescimento do Penicillium. Recomenda-se um número de 120 a 150 perfurações de cada lado do queijo (superior e inferior). O crescimento do mofo se dá de dentro para fora.
15 a 21º dia – crescimento do mofo:
O crescimento do mofo é verificado em 10 a 15 dias após perfuração e completado em 30 dias de maturação, nas condições ideais.
30º dia – raspagem e embalagem:
Trinta dias é o tempo médio de maturação (fase aeróbica do crescimento do mofo). Ao término desta fase os queijos são raspados suavemente e envoltos em papel alumínio. A embalagem irá controlar o crescimento do mofo e proteger a casca de desidratação excessiva, que poderá constituir um defeito.
45 a 50º dias – final da maturação e consumo:
A maturação é completada neste tempo. O queijo apresenta excelente paladar e não deve apresentar gosto amoniacal, sabor amargo ou sabor forte de mofo. A queijo deve apresentar ligeiramente quebradiço e untuoso.
terça-feira, 16 de outubro de 2012
SOBRE QUEIJOS - HISTÓRIA
História dos Queijos
A arte da fabricação de queijos tem seu início perdido num passado remotíssimo, nada menos do que há 12 mil anos antes do nascimento de Cristo, num período conhecido como paleolítico superior. Segundo a lenda, o queijo teria sido descoberto por um dos filhos de Apolo, Aristeu, Rei da Arcádia.
Os egípcios estão entre os primeiros povos que cuidaram do gado e tiveram, no leite e no queijo, fonte importante de sua alimentação. Isso foi possível porque o fértil vale do Nilo possuía pastagens cheias de gado . Tão importante era o bovino para os egípcios que a simbologia desse povo eternizou sua importância colocando chifres de vaca sobre a cabeça da deusa Hathor. Queijos feitos de leite de vaca, de cabra e de ovelha também foram encontrados em muitas tumbas egípcias.
Passagens bíblicas registram o queijo como um dos alimentos da época. Na Europa, os gregos foram os primeiros a adotá-lo em seus cardápios, feito exclusivamente com leite de cabras e de ovelhas, animais que criavam. Entretanto, os romanos foram os responsáveis pela maior divulgação dos queijos pelo mundo. Na expansão de seu Império eles levaram vários tipos à Roma. Elevaram o nível do queijo, transformando-o de simples alimento para uma iguaria indispensável nas refeições dos nobres e em grandes banquetes imperiais. Os romanos apreciavam o queijo, do qual fabricavam inúmeras variedades e cujas virtudes conheciam, pois utilizavam-no na alimentação dos soldados e atletas.
Com uma relação profunda com a mitologia e as divindades, o leite e o queijo tiveram maior abrangência na antiga Suméria, passando pelas civilizações Babilônica e Hebraica, e acabando na Antiga Grécia e na civilização romana. Na Idade Média os queijos atingiram um dos pontos mais altos no que se refere à higiene. Certas ordens religiosas ganharam reputação por causa da qualidade dos seus queijos, devido às rígidas regras de higiene em sua manufatura. Tanto que o nome queijo deriva do termo medieval formatium, ou “queijo colocado na forma”.
O queijo primitivo era apenas o leite coagulado, desprovido de soro e salgado. A partir da Idade Média, a fabricação de queijos finos ficaria restrita aos mosteiros católicos, com novas receitas desenvolvidas por seus monges.
Com o advento das feiras e mercados nos séculos XIV e XV, algumas queijarias de regiões remotas ficaram mais visadas. No século XIX aconteceu o grande boom no consumo do queijo, afinal, a sua produção que era artesanal passou para a ordem industrial. Paralelamente, um fato também encorpou essa virada: a pasteurização.
Ao longo dos tempos, o queijo evoluiu até os que conhecemos hoje. E se tornou um produto de consumo de eleição com apreciadores espalhados pelos quatro cantos do mundo. Esse alimento nada mais é do que um derivado do leite concentrado através da coagulação e da eliminação da parte líquida (soro). Esses processos de coagulação e de eliminação do soro se convertem, assim, nas fases que caracterizam a produção de todas as variedades de queijo.
Sobre queijos - Maturação
queijo maturadoConsiste em uma série de processos físicos, bioquímicos e microbiológicos que ocorrem em todos os queijos, exceto aqueles que são consumidos frescos. Estes processos alteram a composição química dos queijos, principalmente no que tange a seu conteúdo em açúcares, proteínas e lipídeos. O tempo de maturação varia para cada tipo e é neste processo que se desenvolvem as características organolépticas e de textura, características de cada um deles.A maturação dos queijos é feita, na maioria dos casos, em câmaras com controle de temperatura e umidade (quando os queijos são maturados fora da embalagem). O tempo varia de acordo com o tipo e legislação especifica, podendo ir de poucas semanas a muitos meses. Tradicionalmente o índice de maturação é medido pela degradação de caseína, através da avaliação da proporção entre nitrogênio total e nitrogênio solúvel, assim denominado o nitrogênio oriundo de matéria orgânica.Este índice deve aumentar com o avanço da maturação. Em síntese a maturação irá promover:Desenvolvimento do sabor;Desenvolvimento do aroma; Desenvolvimento do aspecto (tipo de casca);Formação de textura.
Crosta do Queijo:
A superfície ou crosta do queijo (denominada também de casca) é determinada por alguns fatores:
1º. Pelo tipo de queijo a elaborar, neste caso a crosta e seu acabamento final são peculiares ao determinado tipo de queijo, identificando-o por este quesito (o camembert, por exemplo é um queijo de crosta mofada por mofo branco);
2º. Pelos tratamentos empregados no decorrer da maturação e no seu acabamento final (o provolone por exemplo possui uma crosta firme sendo defumado natural ou artificialmente);
3º. Opção de alguns fabricantes em maturar o queijo embalado, para que não haja formação de casca e perda de rendimento (umidade), no decorrer desta maturação (o que ocorre atualmente com o queijo prato).
Queijo sem casca:
Utiliza-se embalagem com película plástica encolhível, em sistema de vácuo, popularmente denominada embalagem cry-o-vac.Características: possui pouca permeabilidade ao vapor d’água, pouca permeabilidade ao oxigênio, baixíssima permeabilidade ao gás carbônico, transparente e flexível, excelente resistência a ácidos e bases, contração fácil e imediato quando aquecida.
Vantagens:
Economia de mão de obra;
Proteção melhor do queijo contra roedores, contaminação (mofos e leveduras), ácaros;
Permite um melhor transporte do produto;Permite empilhar os queijos durante a maturação;
Não é necessário o controle da umidade relativa do ar URA;O queijo é totalmente comível;
Proporciona uma excelente apresentação;
Diminuição da perda de umidade;
Sistema utilizado pela grande maioria da indústria de queijos, salvo exceção para os queijos especiais.
Ex: Minas Padrão embalado: perda 0,3 a 0,5% de peso;
Minas Padrão maturado sem embalagem: perda 10 a 12% de peso.
Queijo com casca:
Como dito anteriormente este tipo de apresentação é inerente ao queijo fabricado caracterizando-o, como por exemplo:
Lisa: Parmesão, Grana, Emmental, Reino
Melada: Limburgo
Mofada: Camembert, Chabichou, Gorgonzola
Pintada: Edam, Sant Paulin, Port Salut
Formação da casca:
Inicia-se na prensagem e na salmoura, terminando na maturação. Dois fatores são extremamente importantes na definição da casca e no acabamento final: URA (umidade relativa do ar) e temperatura. Estes fatores contribuem no sucesso da maturação de queijos com casca e devem ser ajustados conforme o tipo elaborado.
URA (umidade relativa do ar):
Para alguns queijos faz-se necessário à maturação em ambiente de umidade mais elevada (principalmente os queijos mofados – 90 a 95%).
Outros, a umidade deve ser rigorosamente controlada justamente para que não ocorra a proliferação de mofos e leveduras (parmesão por exemplo).
Portanto, o ajuste da umidade deve ser feito em função do tipo e tecnologia empregada e deve ser rigorosamente adotada a fim de evitar defeitos relacionados à umidade, como exemplo infestão por fungos e leveduras, ressecamento e surgimento de trincas, rechaduras, proliferação de punilhas, etc.
Como monitorar a umidade relativa do ar?
O monitoramento pode ser feito através de higrômetro ou termo-higrômetro.
O controle da umidade poderá ser feito a partir da umidificação da câmara com água (câmara muito seca) ou através de um desumidificador para câmaras excessivamente úmidas (o desumidificador permite a regulagem da umidade).
Temperatura de maturação:
Quando a temperatura é elevada podem ocorrer problemas tais como:
Acelerar o processo de maturação;
Prejudicar a qualidade do produto por favorecer o crescimento de outros microrganismos indesejáveis (fungos e leveduras principalmente);
Favorecer a perda de umidade.
A escolha da temperatura de maturação depende de:
Tipo de queijo;
Disponibilidade de manter o queijo na câmara;
Da distribuição no mercado consumidor.
Tratamento dos queijos na maturação
a) Viragem:
Evitar a deformação do queijo;
Evitar que o queijo agarre na prateleira;
Evitar a perda irregular de umidade (se não virar, o queijo vai ressecar por cima e pode apodrecer por baixo grudando na prateleira).
Freqüência:
Diariamente: 1 a 2 vezes por dia na 1ª semana;
Dois em dois dias na 2ª semana;
Duas vezes por semana na 3ª semana;
Uma vez por semana a partir de 1 mês.
b) Tratamentos sobre a superfície:
Aplicados somente em queijos com casca com as seguintes finalidades:
Impedir o desenvolvimento de microrganismos indesejáveis;
Reduzir a perda de umidade;Dar melhor flexibilidade para a casca;
Dar melhor acabamento ao queijo.
Aplicação de óleo:
Aplica-se: óleo de milho, girassol, algodão, linhaça para queijos com casca já definida (20 – 30 dias de maturação).
Ex.: parmesão, reino, grana, emmental, gouda.
Em casca macia o óleo pode penetrar no queijo afetando o paladar.
Solução alcoólica + ácido sórbico:
A partir de 1 semana passar esta solução nos queijos com pano de algodão ligeiramente umedecido.
Aplicação: misturar 10 litros de álcool + 3 litros de água + 30 gramas de sorbato de potássio ou ácido sórbico.
Água de sal + cal:
Finalidades: Evitar o crescimento de microrganismos indesejáveis (mofos e leveduras).
Em queijos suíços o sal vai evitar a formação de olhaduras próximas à casca, favorecendo a formação interna.
Concentração:
Cal 5% (alcalino)
Sal 10% (abaixa a atividade de água)
Este procedimento é adotado quando há certa incidência de proliferação nos queijos (parmesão por exemplo).
Pintura:
Usada em queijos Reino, Provolone, Saint Paulin, Parmesão entre outros com a finalidade meramente estética e cultural.
Tintas utilizadas:
Corante carmim de cochonilha: vermelho;
Corante de urucum: tonalidades amarelas;
Fuccina: vermelho;
Corante bixina mais aroma de fumaça para provolone imitando a defumação natural
Prevenção contra mofos:
Existem cerca de 200 mil espécies de mofos, mas somente algumas apresentam importância para a indústria.
Durante a maturação do queijo é muito comum o aparecimento de mofos nas superfícies dos queijos.
Qual a origem da contaminação do mofo na indústria?
Problema ambiental: indústria com higienização deficiente, excesso de umidade, precariedade de renovação do ar, proximidade com currais, posicionamento que favorece a penetração de ar contaminado, contaminação via funcionário, manipulação de produtos não pasteurizados no interior da indústria.
Excesso de umidade na câmara de maturação (regular a umidade conforme o tipo de queijo em maturação);
Temperatura elevada;
Salmoura contaminada;
Ambiente da câmara contaminado;
Falta de tratamento adequado no decorrer da maturação.
Tratamento do ar com utilização de ozônio:
O tratamento do ar em câmaras frigoríficas, especificamente para a indústria laticínios, é um processo relativamente novo embora a tecnologia de desinfecção por ozônio seja secular.O princípio básico é a geração de ozônio mediante uma corrente elétrica (utilizando oxigênio do ambiente). O maior exemplo é o que ocorre na natureza, quando em dias de tempestade há grande produção de ozônio na atmosfera devido às elevadas descargas elétricas provenientes dos relâmpagos. O gerador de ozônio basicamente reproduz, de forma controlada e eficaz, este fenômeno natural, aliando alta tecnologia na área de materiais à eletroeletrônica avançada. Desta forma, a geração de ozônio ocorre pelo princípio de descarga elétrica que acelera elétrons o suficiente para partir, através do impacto, as ligações da molécula de oxigênio. Os átomos livres reagem com outras moléculas de oxigênio para a formação do ozônio. Os íons de oxigênio são elementos de alta capacidade energética que reagem com moléculas orgânicas (ex. poluentes), e microorganismos presentes no ar destruindo-os, como também com moléculas de oxigênio gerando ozônio diluído, sanitizando o ambiente.
A ação de recirculação do ar através do reator em contato com os íons de oxigênio estabilizados no ambiente, permitem melhorar notavelmente as condições ambientais das regiões tratadas utilizando tecnologia limpa (sem resíduos).
Ação sobre fungos e microorganismos (sanitização):
Os íons de oxigênio produzidos no interior do reator e uma porcentagem estabilizando o ambiente, tem propriedades altamente reagentes com os constituintes celulares de organismos inferiores (fungos e bactérias), oxidando proteínas e glicolípideos de paredes e membranas celulares. Isto produz quebra celular (ruptura) e inibição da atividade básica respiratória e reproduzem os microorganismos.
Controle de odores:
As moléculas orgânicas são muitas vezes portadoras de odores que inclusive incomoda o olfato humano.A mistura dos íons de oxigênio e ozônio diluído são capazes de degradar e oxidar compostos orgânicos ambientais para elementos inócuos, sem odores e utilizando tecnologia limpa.
Base Tecnológica
Processo de Ionização do Oxigênio: Consiste em uma série de processos físicos, bioquímicos e microbiológicos que ocorrem em todos os queijos, exceto aqueles que são consumidos frescos. Estes processos alteram a composição química dos queijos, principalmente no que tange a seu conteúdo em açúcares, proteínas e lipídeos. O tempo de maturação varia para cada tipo e é neste processo que se desenvolvem as características organolépticas e de textura, características de cada um deles.A maturação dos queijos é feita, na maioria dos casos, em câmaras com controle de temperatura e umidade (quando os queijos são maturados fora da embalagem). O tempo varia de acordo com o tipo e legislação especifica, podendo ir de poucas semanas a muitos meses. Tradicionalmente o índice de maturação é medido pela degradação de caseína, através da avaliação da proporção entre nitrogênio total e nitrogênio solúvel, assim denominado o nitrogênio oriundo de matéria orgânica.Este índice deve aumentar com o avanço da maturação. Em síntese a maturação irá promover:Desenvolvimento do sabor;Desenvolvimento do aroma; Desenvolvimento do aspecto (tipo de casca);Formação de textura.
Processo de Ionização do Oxigênio:
odores queijo
sábado, 21 de julho de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Dica de leitura
TRÊS LIVROS DE ANTONY BOUDAIN
Cozinha confidencial, Em busca do prato perfeito e Maus bocados
são três livros de Anthony Bourdain, chef da brasserie novaiorquina Les
Halles e responsável por um programa de TV que o mostra viajando pelo
mundo e comendo de tudo. Em resumo, o emprego que todos gostaríamos de
ter.
Li os livros tardiamente e fora de ordem. Comecei por Maus bocados, de 2006, prossegui com Cozinha confidencial (2000) e fechei com Em busca do prato perfeito, de 2001. As edições brasileiras dos três saíram com pequenos atrasos em relação às originais.
Cozinha confidencial
provocou um terremoto na imprensa quando foi lançado, chamou atenção
para seu autor e provocou polêmica. Tem forte entonação autobiográfica e
mostra a trajetória de Bourdain, menino malcriado que, ao provar uma
ostra, descobriu que comida é bom, pode até ser mágico.
Da
infância aos primeiros empregos e às primeiras experiências de vida de
fato vivida: lavar louça, ganhar uns trocados, buscar mulheres,
cigarros, bebidas e drogas. Tudo em grandes proporções. Depois, começar a
cozinhar um pouco para ganhar mais trocados, buscar mais mulheres, mais
cigarros, mais bebidas e mais drogas. Em proporções maiores.
Assim
seguiu até o enredamento no mundo da gastronomia, a passagem, já como
chef, por vários restaurantes (bons, médios, horríveis ou muito bons), a
descrição de personagens incríveis do mundo gastronômico de Nova York
e, claro, mulheres, cigarro, bebidas e drogas. Sobrou uma internação
para se livrar da heroína e um consistente vício de cocaína. Nunca
abandonou o cigarro – de qualquer cor, cheiro ou recheio. Muito menos a
cerveja e a vodca, consumida maciçamente. Sobreviveu.
O que mais atraiu a imprensa e os leitores em Cozinha confidencial,
porém, não foi sua vida junkie e meio bandida. Foi o relato cru de
algumas práticas de restaurantes: do reaproveitamento ininterrupto de
restos de mesas à assustadora montagem de um bufê, dos mecanismos
mafiosos de fornecimento de ingredientes ao perigo de comer peixe numa
segunda-feira. Deu o que falar – e o que temer. Ainda mais depois que
outros chefs confirmaram, com o cuidado de relativizar uma coisa ou
outra, o que Bourdain contara.
Em busca do prato perfeito
já trouxe um Bourdain bem conhecido, que aceita participar de um
programa da Food Network. Passa, então, a viajar pelo mundo,
teoricamente com o objetivo indicado no título, e a descrever o que come
e onde come. Os relatos assumem, cá e lá, entonação antropológica. Não
se fala apenas de comida, mas da comida no seu contexto – que, na
prática, quer dizer comida de verdade. Ele mostra os horrores (não
apenas alimentares) do Cambodja, come o melhor sushi de sua vida no
Japão (no sistema antigo, com arroz quente e os grãos de cada peça
calculados) e descreve o fascinante e aterrorizante ritual de matar um
porco (e de aproveitá-lo integralmente) em Portugal. Lembra o prazer da
limitada (no número de pratos) e ilimitada (nos sabores e nos preparos)
comida marroquina e dos miúdos ingleses. Também conta quão desagradável
pode ser comer uma iguana no México, país de onde afirma saírem quase
todos os bons cozinheiros novaiorquinos. E a maravilha de comer uma
cobra inteira (do sangue aos ossos) no Vietnã.
O
Vietnã, aliás, é o personagem principal do livro, descrito em mais de
um capítulo. O Vietnã que resistiu a inúmeros invasores e manteve o
orgulho. O Vietnã dos frutos do mar incomparáveis no frescor e no sabor.
O Vietnã de frutas que nos fazem salivar sobre as páginas do livro.
Maus bocados, de alguma maneira, retomou a toada de Em busca do prato perfeito.
É, porém, menos interessante e mais repetitivo. Mantém a antropologia
acidental e, com ela, produz seus melhores textos. Sua descrição de São
Paulo, por exemplo, denota uma afiada agulha dos sentidos. Mas Bourdain é
sempre melhor quando fala de comida. Até para que esqueçamos sua fraca
ficção, ensaiada na parte final do livro e em outras obras. Ou para
evitar que o personagem que criou desde Cozinha confidencial – espécie de outsider
gastronômico, mas que é chef de um restaurante na Park Avenue – não se
torne apenas caricato ou populista, com sua celebração do mundo bandido
de Nova York e a defesa, à la anos 60, de que o tripé
álcool-drogas-rock-and-roll é libertador.
De
qualquer forma, vale a leitura dos três livros. Se for fora de ordem,
começando pelo último e menos interessante, melhor. No mínimo,
descobre-se muita coisa sobre o mundo que nos rodeia, o chão que pisamos
e, mais importante, ganham-se mais argumentos na recusa do que há de
pior no mundo das comidas e inimigo mortal de Bourdain: o
vegetarianismo.
Anthony Bourdain. Cozinha confidencial. São Paulo: Companhia das Letras, 2001 (original: 2000; tradução: Beth Vieira)
Anthony Bourdain. Em busca do prato perfeito. São Paulo: Companhia das Letras, 2003 (original: 2001; tradução: Luiz Horta)
Anthony Bourdain. Maus bocados. São Paulo: Companhia das Letras, 2008 (original: 2006; tradução: Celso Paciornik)
segunda-feira, 28 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
Como funciona o Hells Angels Motorcycle Club
por Akweli Parker – traduzido por HowStuffWorks Brasil
fonte do artigo: http://pessoas.hsw.uol.com.br/hells-angels.htm
Para muitos motoristas, é instintivo sentir medo quando um enxame de caras parrudos e repletos de tatuagens surge no retrovisor, e ainda por cima com o rugido de suas barulhentas motocicletas Harley-Davidson modificadas.
A suposição de muita gente, correta ou não, é a de que esses indivíduos pertençam a uma gangue de motociclistas – ou clube, como muitas dessas organizações preferem ser chamadas – e que terminarão por agredir a qualquer um que os encare de uma forma que não apreciem. O mais famoso, ou infame, a depender do ponto de vista pessoal, entre esses clubes é o Hells Angels Motorcycle Club. Foi ele que criou o modelo de um grupo de motociclistas “fora da lei” tal como hoje o conhecemos.
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Com reputação firmemente estabelecida na cultura popular, o Hells Angels desenvolveu uma moderna mitologia sobre si mesmo – e ela tanto cria quanto responde questões sobre o grupo. Os Hells Angels são parte do crime organizado ou beneméritos patronos da caridade e das comunidades? O que acontece de fato nas reuniões sigilosas do clube?
Este artigo examinará essas questões, por meio de um estudo da história, regras, reputação e alcance do Hells Angels Motorcycle Club.
História dos Hells Angels
Até onde se pode dizer, o Hells Angels em sua forma atual foi criado em 1948, em Fontana, Califórnia, por Otto Friedli [fonte: James - em inglês]. As origens precisas do clube em sua forma moderna são misteriosas, já que diversos clubes de motociclistas portando o nome Hells Angels aparentemente surgiram no pós-guerra, em estreita proximidade geográfica. As motos eram baratas, adquiridas como excedente de guerra, e os veteranos recentemente egressos da Segunda Guerra Mundial (em inglês) eram recrutas ávidos para a diversão oferecida por um grupo de motociclistas beberrões e arruaceiros.
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Muito do que sabemos sobre o grupo pode ser atribuído aos trabalhos de Ralph “Sonny” Barger, membro fundador da divisão do Hells Angels em Oakland, Califórnia, no ano de 1957, e autor de diversos livros sobre suas experiências.
Hollywood, que sempre se encanta com histórias de indivíduos sedutoramente perigosos, começou a aderir ao tema com filmes que romantizavam o estilo de vida dos motociclistas baderneiros. Filmes como “The Wild One”, estrelado por Marlon Brando em 1953, retratavam motociclistas que desafiam a lei como símbolos da rebelião contra o sistema. Essas e outras imagens criadas pela mídia sobre o motociclista e seu espírito rebelde ajudaram a estimular adesões ao Hells Angels e a diversos outros clubes de motociclistas – alguns dos quais respeitadores das leis, e outros nem tanto.
Hoje, o Hells Angels conta com milhares de membros de “distintivo pleno” na América do Norte e do Sul, Austrália, Europa e Rússia. E embora o Hells Angels tenha desenvolvido presença mundial, não se pode simplesmente procurar uma divisão local e preencher uma ficha de adesão.
Como se tornar um Hells Angel
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- ter uma carteira de motorista- ser dono de uma motocicleta que funcione- jamais ter se inscrito para trabalho como policial ou agente penitenciário- não ser um molestador de crianças
Dada a aliança do grupo com organizações como a Irmandade Ariana e seu apreço pelo simbolismo nazista, os membros também precisam ser brancos. O caminho para a integração plena envolve diversos estágios e pode demorar anos:
- ocasional: status que permite que um interessado em aderir participe de certos eventos do clube;
- associado: se os membros se interessarem por um convidado ocasional, podem lhe oferecer o status de associado;
- candidato: esse status reconhece que a pessoa está sendo considerada para admissão. Ela pode participar das atividades do clube mas não tem direito a voto;
- membro pleno ou distintivo pleno: os candidatos bem sucedidos são promovidos a esse status. “Distintivo pleno” ou “receber o distintivo” significa que o membro tem o direito de usar todos os distintivos em seu casaco, entre os quais o logotipo de caveira do Hells Angels, as palavras “Hells Angels” no distintivo superior e a localização do clube no distintivo inferior.
Entre eles, os membros se referem à organização simplesmente como “HAMC”, e muitas vezes mencionam o número “81”, em diferentes contextos. A letra H é a oitava do alfabeto, e A é a primeira –ou seja, uma abreviação de “Hells Angels” [fonte: Hells Angels Motorcycle Club World - em inglês].
Os Hells Angels são conhecidos por policiais de todo o mundo como uma gangue de motociclistas “fora da lei”. Os membros preferem se definir como “clube de motociclistas”. Mas será que os Hells Angels são realmente tão perigosos quanto sua reputação indica?
Hells Angels: perigosos ou incompreendidos?
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- Em maio de 2008, o Hells Angel Christopher Wayne Hudson confessou sua culpa por ter matado um homem a tiros quanto transeuntes tentaram ajudar a sua namorada enquanto o casal nas ruas de Melbourne.
- O site do Hells Angels dedica uma página aos membros do clube que estão servindo sentenças de prisão – ainda que as páginas jamais deixem claro se foram sentenciados por atividades relacionadas ao clube.
- Ralph “Sonny” Barger, o co-fundador da divisão do Hells Angels em Oakland, Califórnia, sempre manteve bons contatos com a mídia, mas serviu uma sentença federal de prisão de quatro anos, sob a acusação de ter conspirado para explodir a sede de um clube rival de motociclistas.
Em seu livro “Angels of Death: Inside the Bikers Empire of Crime”, os escritores William Marsden e Julius Sher retratam o Hells Angels como organização cujos membros assassinam outros motociclistas, policiais e pessoas que nada têm a ver com o grupo. “E isso para não mencionar as centenas de milhares de vidas arruinadas, cérebros destruídos e corpos danificados pela metanfetamina, cocaína e outras drogas que os motociclistas traficam. E ainda assim, embora o número de cadáveres não pare de crescer, Sonny Barger, patriarca do clube na Califórnia e líder internacional do Hells Angels, era tratado com carinho pela mídia internacional enquanto promovia seu mais recente best seller” [fonte: Marsden and Sher].
Não surpreende que o grupo alegue, oficialmente, que é perseguido pela polícia e pelas agências federais devido ao estilo de vida e crenças não conformistas de seus integrantes.
O clube promove eventos de caridade, como um programa que arrecada brinquedos para crianças. No site principal do Hells Angels, aquilo que o clube vê como o fardo de sua situação, é resumido pela frase: “Quando agimos bem, ninguém lembra; quando agimos mal, ninguém esquece”.
Assim, o Hells não passa de um bando de gângsteres motorizados e glorificados pela mídia ou é de fato uma fraternidade de sujeitos de espírito livre que gostam de viajar em suas ruidosas Harleys? Talvez um pouco das duas coisas. E, começando com modéstia na Califórnia do pós-Segunda Guerra Mundial, o Hells Angels se espalhou pelo mundo. Mas até que ponto esse clube de motociclistas cresceu?
O Hells Angels no mundo
A filosofia do Hells Angels jamais será vista como convencional, mas ela ressoa e fascina muita gente, e ganhou alcance mundial. Até o momento, há mais de 100 divisões do clube sancionadas oficialmente por seu comando, em 29 países.
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No entanto, reportagens da Austrália, Alemanha, Escandinávia e Canadá relatam histórias de violência e crime por parte do Hells Angels, em sua batalha contra outras gangues de motociclistas. O motivo das disputas em geral é o controle de territórios ou confrontos com a polícia sobre o envolvimento de alguns membros do clube em atividades de crime organizado [fonte: James].
Por exemplo a guerra dos motociclistas em Quebec, Canadá, entre o Hells Angels e um clube rival chamado Rock Machine, durou oito anos e causou mais de 150 mortes – entre as quais as de diversos espectadores inocentes. Na Europa os conflitos entre o Hells Angels e gangues de motociclistas rivais cresceram e passaram a incluir o uso de metralhadoras, granadas, lança-foguetes e carros-bomba.
Mais Informações – Artigos relacionados
- Como funcionam as motos
- Como funciona a Harley-Davidson
- Como funcionam as gangues de rua norte-americanas
- O que dá a uma Harley-Davidson o seu ruído característico?
- Como funcionam os silenciadores
* Hells Angels Motorcycle Club Official Web Site
* Ralph “Sonny” Barger
Fontes
* Cox, Diana. “Under watchful eye, bikers aid charity.” Las Vegas Sun.
Sept. 4, 2008. (Oct. 21, 2009)
* Drewery, George. “Skulls, Wings & Outlaws — Motorcycle Club Insignia & Cultural Identity.” University of Newcastle – School of Language and Media. 2003. (Oct. 26, 2009)
* Dulaney, William L. “A Brief History of ‘Outlaw’ Motorcycle Clubs.” International Journal of Motorcycle Studies. November 2005. (Oct. 19, 2009)
* Hells Angels Motorcycle Club World. (Oct. 20, 2009)
* Internet Movie Database. “The Wild One.” (Oct. 23, 2009)
* James, Randy. “A Brief History of the Hells Angels.” Aug. 3, 2009. (Oct.19, 2009)
* Marsden, William and Sher, Julius. “Angels of Death: Inside the Bikers Empire of Crime.” Vintage Canada. March 2007. (Oct. 19, 2009)
* Thompson, Tony. “Inside the biker gangs: the truth about guns, drugs and organised crime.” Aug 14, 2007. (Oct. 24, 2009)
por Akweli Parker – traduzido por HowStuffWorks Brasil
fonte do artigo: http://pessoas.hsw.uol.com.br/hells-angels.htm
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Alimentos com supresas
1 – Rato morto no molho curry
Quando Cate Barret comprou esse molho apimentado em uma loja próxima a sua casa, ela esperava deixar sua comida mais especial – mas não com o rato morto que veio junto com seu adorado condimento. Apesar dela ter levado o bicho (e o molho) de volta para a loja e o gerente ter dito que iria investigar o caso, ela nunca recebeu uma resposta.
2 – Luva encontrada em um pão
Uma mulher da Irlanda do Norte comprou um pão de forma “peludo”. Depois ela descobriu que isso poderia ser tecido de uma luva de forno. Ela denunciou a fábrica à vigilância sanitária, que descobriu que o lote inteiro de pães estava cheio de fibras de tecido.
3 – Cabeça de galinha encontrada dentro do Mc Lanche Feliz
Essa já ficou famosa pela internet. Uma mãe, nos Estados Unidos, levou seus filhos de seis e oito anos para comer um Mc Lanche Feliz, no Mc Donalds. Como seu filho de seis anos não comeu seus nuggets, ela decidiu que iria acabar com o lanche. Ela mal olhava o que colocava na boca, quando seu filho de oito anos avisou para que ela não comesse. Qual foi sua surpresa quando ela encontrou uma cabeça de galinha frita e preparada como um inocente nugget. Agora ela está processando o McDonalds pedindo 100 mil dólares de indenização.
4 – Faca encontrada em um pão do Subway
Um homem que mora em Nova York está processando o Subway por ter encontrado uma enorme faca dentro do seu pão (não no meio do sanduíche, mas dentro da massa do pão mesmo). John Agnesi estava comendo seu sanduíche preferido quando encontrou essa surpresa – ele não comeu nenhuma parte da faca, mas mesmo assim se sentiu mal e acabou no hospital.
5 – Sapo morto dentro de uma latinha de Pepsi
Fred DeNegri estava fazendo um churrasco no seu quintal quando abriu uma latinha de Pepsi Diet, sedento por um refrigerante geladinho. Assim que tomou um gole, ficou abismado com o gosto. Ele esvaziou a lata, mas algo parecia preso lá. Ele levou a lata para a vigilância sanitária e depois recebeu um relatório que identificou a fonte de tanta confusão: era um sapo meio decomposto.
6 – Dedo encontrado dentro de um pudim
Um homem chamado Clarence Stoward comprou uma espécie de flan. Ele levou o quitute para casa e o abriu. Vendo uma espécie de noz em cima do pudim, ele a levou a boca. Imediatamente, ele percebeu que não se tratava de uma noz e sim de um dedo humano. Você pode imaginar o choque. Segundo o dono da empresa fabricante, Craig Thomas, um empregado perdeu o dedo, mas o pote de pudim foi distribuído junto com os outros antes que ele contasse para alguém.
7 – Camisinha encontrada em sopa de mariscos
Em fevereiro de 2002 uma mulher estava tomando tranquilamente uma sopa de mariscos no restaurante McCormik e Schmik’s, na Califórnia, quando mordeu algo borrachudo e escorregadio. Ela pensou que fosse um marisco, mas quando ela cuspiu a “matéria” em um guardanapo e percebeu que se tratava de uma camisinha. Ela processou o restaurante que, por sua vez, tentou jogar a culpa no fornecedor da sopa, mas o juiz decidiu que o culpado era o restaurante.
8 – Barata encontrada em salgadinho
Um homem estava saboreando seu salgadinho de anchovas da marca Golden Boy e quase comeu essa barata. Como ela estava coberta como qualquer outro pedaço de salgadinho, ela era indistinguível do resto do lanche. Apesar de ter descoberto esse inseto, ele já havia comido um terço do pacote – então vá saber o que o cara engoliu.
9 – Cocô encontrado em sorvete
Uma família acusou chefs de um restaurante de servir cocô no sorvete deles depois que eles reclamaram do barulho do local. O Ministério da Saúde da Austrália, onde aconteceu o evento, confirmou que encontrou material fecal no “gelatto de chocolate”. O cliente Steve Whyte e sua mulher Jessica ficaram muito doentes depois que comeram a mistureba. Tanto o chef quanto o gerente do lugar se ofereceram para fazer testes de DNA para provarem que não eram os culpados.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Confira as características gastronômicas das regiões do Brasil.
Ao longo de mais de 500 anos de história, a culinária brasileira é resultante de uma grande mistura de tradições, ingredientes e alimentos que foram introduzidos não só pela população nativa indígena como por todas as correntes de imigração que ocorreram no período. Cada região do país tem sua peculiaridade gastronômica e sua culinária adaptada ao clima e à geografia. Além disso, o próprio descobrimento do Brasil remete à culinária, já que as caravelas portuguesas desembarcaram aqui em 1500 enquanto navegavam em busca das Índias e suas especiarias. Devido às diferenças de clima, relevo, tipo de solo e de vegetação, e povos habitando uma mesma região, é muito difícil estabelecer um prato típico brasileiro. A unanimidade nacional é, talvez, o arroz e o feijão, cujo preparo varia conforme a região. No entanto, a mistura de dois ingredientes tão comuns na mesa do brasileiro, apesar de característica, ainda não é suficiente para resumir toda a complexidade e a riqueza da culinária nacional.
Região Norte
Influências: A forte presença indígena mesclada com a imigração européia diferencia a gastronomia do Norte de qualquer outra encontrada no país. É considerada por muitos o maior exemplo de culinária tipicamente nacional. Apesar de suas raízes amazônicas, a cozinha regional sofreu influência forte de imigrantes portugueses, logo no início da colonização. Depois, com o ciclo da borracha, outros povos chegaram e deixaram seus traços na culinária, como é o caso de libaneses, japoneses, italianos e até mesmo os próprios nordestinos que migraram para a região nesse mesmo período.
Principais ingredientes: mandioca, cupuaçu, açaí, pirarucu, urucum (açafrão brasileiro), jambu, guaraná, tucunaré, castanha do Pará.
Pratos típicos: Pato no Tucupi, Caruru, Tacacá, Maniçoba.
Região Nordeste
Influências: A diversidade climática (tropical na costa e semi-árido no interior) tem reflexos diretos na culinária nordestina. Desde o litoral de Pernambuco até o da Bahia, a presença africana se nota mais forte devido aos resquícios da escravidão durante o ciclo da cana. Já em Alagoas, os frutos do mar são mais recorrentes devido às suas diversas lagoas costeiras. No Maranhão, a influência portuguesa é ainda mais forte que nos demais estados da região, e o consumo de temperos picantes, muito comum no litoral, é menor. No sertão nordestino, o próprio clima favorece o consumo de carnes, sobretudo a carne-de-sol e os pratos feitos com raízes. A culinária das comemorações juninas também é típica do interior.
Principais ingredientes: Azeite de dendê, mandioca, leite de coco, gengibre, milho, graviola, camarão, caranguejo.
Pratos típicos: Acarajé, vatapá, caranguejada, buchada, paçoca, tapioca, sarapatel, cuscuz, cocada.
Região Centro-Oeste
Influências: A culinária da região é altamente influenciada pela pecuária, uma das principais atividades econômicas do território, daí a grande preferência da população do Centro-Oeste por carnes bovina, caprina e suína. Os ciclos de imigração também trouxeram a culinária africana, portuguesa, italiana e síria. E a forte presença indígena liderou a preferência regional por raízes. Ao norte do estado, a proximidade com o Pará refletiu diretamente no preparo de alguns pratos, principalmente os que são feitos com carne-de-sol e pequi. O Mato Grosso do Sul, no entanto, sofreu forte influência da culinária latino-americana, sobretudo nos ensopados de peixe. Devido à diversidade da fauna pantaneira, carnes exóticas e peixes típicos da região, como o Pacu, o Pintado e o Dourado também fazem parte do cardápio local.
Principais ingredientes: Pequi, mandioca, carne seca, erva-mate, milho
Pratos típicos:: Arroz com pequi, picadinho com quiabo, sopa paraguaia, empadão goiano, caldo de piranha, vaca atolada.
Região Sudeste
Influências: Até o século XIX, a cozinha do Sudeste era essencialmente influenciada pelas origens portuguesas, indígenas e africanas. Alimentos simples, como raízes, carnes, grãos e vegetais foram disseminados por todo o território do Sudeste, o que fez com que a gastronomia de cada estado se tornasse bastante similar em ingredientes e no preparo dos alimentos. A exceção é a culinária capixaba que, por sua proximidade com o Nordeste e grande área litorânea, tem uma forte presença de peixes e frutos do mar nos pratos do dia-a-dia. Após a chegada de imigrantes japoneses, libaneses, sírios, italianos e espanhóis, a diversidade gastronômica, sobretudo em São Paulo, aumentou. No estado, a culinária internacional mais integrada com a culinária típica paulista é a italiana.
Principais ingredientes: arroz, feijão, ovo, carnes, massas, palmito, mandioca, banana, batatas, polvilho
Pratos típicos: Tutu de feijão, virado à paulista, moqueca capixaba, feijoada, picadinho paulista, pão de queijo.
Região Sul
Influências: A mistura étnica ocorrida na região Sul resultou em uma culinária completamente diferente do resto do país, com a presença ainda mais forte da cozinha italiana, alemã, além das já presentes portuguesa e espanhola. O churrasco, principal prato do Rio Grande do Sul, resultou de um fato histórico. Para catequizar os índios da região na época da colonização, os padres jesuítas introduziram a criação de gado e deixaram o rebanho sob a responsabilidade dos nativos. Com a chegada dos tropeiros paulistas e mineiros, que escravizaram os índios, o gado permaneceu solto pelos campos e se espalhou pelo sul do território, pois não havia predadores. Daí a abundância de pastos e a tradição do churrasco gaúcho. Com a chegada dos italianos, as massas, a polenta e o frango foram integradas ao hábito alimentar regional. Já a influência alemã, ficou restrita às colônias no interior do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. O Paraná, apesar da forte influência italiana, conta com uma presença também significativa da culinária indígena, sobretudo com raízes e grãos.
Principais ingredientes: carne bovina e ovina, farinha de milho, erva-mate
Pratos típicos: Barreado, churrasco, galeto, sopa de capeletti, arroz carreteiro, sopa catarinense.
Região Norte
Influências: A forte presença indígena mesclada com a imigração européia diferencia a gastronomia do Norte de qualquer outra encontrada no país. É considerada por muitos o maior exemplo de culinária tipicamente nacional. Apesar de suas raízes amazônicas, a cozinha regional sofreu influência forte de imigrantes portugueses, logo no início da colonização. Depois, com o ciclo da borracha, outros povos chegaram e deixaram seus traços na culinária, como é o caso de libaneses, japoneses, italianos e até mesmo os próprios nordestinos que migraram para a região nesse mesmo período.
Principais ingredientes: mandioca, cupuaçu, açaí, pirarucu, urucum (açafrão brasileiro), jambu, guaraná, tucunaré, castanha do Pará.
Pratos típicos: Pato no Tucupi, Caruru, Tacacá, Maniçoba.
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| jambú |
Região Nordeste
Influências: A diversidade climática (tropical na costa e semi-árido no interior) tem reflexos diretos na culinária nordestina. Desde o litoral de Pernambuco até o da Bahia, a presença africana se nota mais forte devido aos resquícios da escravidão durante o ciclo da cana. Já em Alagoas, os frutos do mar são mais recorrentes devido às suas diversas lagoas costeiras. No Maranhão, a influência portuguesa é ainda mais forte que nos demais estados da região, e o consumo de temperos picantes, muito comum no litoral, é menor. No sertão nordestino, o próprio clima favorece o consumo de carnes, sobretudo a carne-de-sol e os pratos feitos com raízes. A culinária das comemorações juninas também é típica do interior.
Principais ingredientes: Azeite de dendê, mandioca, leite de coco, gengibre, milho, graviola, camarão, caranguejo.
Pratos típicos: Acarajé, vatapá, caranguejada, buchada, paçoca, tapioca, sarapatel, cuscuz, cocada.
Região Centro-Oeste
Influências: A culinária da região é altamente influenciada pela pecuária, uma das principais atividades econômicas do território, daí a grande preferência da população do Centro-Oeste por carnes bovina, caprina e suína. Os ciclos de imigração também trouxeram a culinária africana, portuguesa, italiana e síria. E a forte presença indígena liderou a preferência regional por raízes. Ao norte do estado, a proximidade com o Pará refletiu diretamente no preparo de alguns pratos, principalmente os que são feitos com carne-de-sol e pequi. O Mato Grosso do Sul, no entanto, sofreu forte influência da culinária latino-americana, sobretudo nos ensopados de peixe. Devido à diversidade da fauna pantaneira, carnes exóticas e peixes típicos da região, como o Pacu, o Pintado e o Dourado também fazem parte do cardápio local.
Principais ingredientes: Pequi, mandioca, carne seca, erva-mate, milho
| Vaca atolada |
Região Sudeste
Influências: Até o século XIX, a cozinha do Sudeste era essencialmente influenciada pelas origens portuguesas, indígenas e africanas. Alimentos simples, como raízes, carnes, grãos e vegetais foram disseminados por todo o território do Sudeste, o que fez com que a gastronomia de cada estado se tornasse bastante similar em ingredientes e no preparo dos alimentos. A exceção é a culinária capixaba que, por sua proximidade com o Nordeste e grande área litorânea, tem uma forte presença de peixes e frutos do mar nos pratos do dia-a-dia. Após a chegada de imigrantes japoneses, libaneses, sírios, italianos e espanhóis, a diversidade gastronômica, sobretudo em São Paulo, aumentou. No estado, a culinária internacional mais integrada com a culinária típica paulista é a italiana.
Principais ingredientes: arroz, feijão, ovo, carnes, massas, palmito, mandioca, banana, batatas, polvilho
| Moqueca Capixaba |
Região Sul
Influências: A mistura étnica ocorrida na região Sul resultou em uma culinária completamente diferente do resto do país, com a presença ainda mais forte da cozinha italiana, alemã, além das já presentes portuguesa e espanhola. O churrasco, principal prato do Rio Grande do Sul, resultou de um fato histórico. Para catequizar os índios da região na época da colonização, os padres jesuítas introduziram a criação de gado e deixaram o rebanho sob a responsabilidade dos nativos. Com a chegada dos tropeiros paulistas e mineiros, que escravizaram os índios, o gado permaneceu solto pelos campos e se espalhou pelo sul do território, pois não havia predadores. Daí a abundância de pastos e a tradição do churrasco gaúcho. Com a chegada dos italianos, as massas, a polenta e o frango foram integradas ao hábito alimentar regional. Já a influência alemã, ficou restrita às colônias no interior do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. O Paraná, apesar da forte influência italiana, conta com uma presença também significativa da culinária indígena, sobretudo com raízes e grãos.
Principais ingredientes: carne bovina e ovina, farinha de milho, erva-mate
Pratos típicos: Barreado, churrasco, galeto, sopa de capeletti, arroz carreteiro, sopa catarinense.
Funeral em cima de moto
A família de David Morales Colón resolveu extrapolar e fazer o falecido ser lembrado através de sua provável atividade favorita, andar de moto. Ao invés de ter um funeral onde o falecido fica deitado em um caixão a família colocou David em cima da motocicleta que seu tio lhe deu. Apesar de mórbida, esta é uma maneira de lembrar da pessoa em momentos felizes.
Antes que você pergunte, ele não caiu da moto. Foi assassinado aos 22 anos. Confira abaixo a homenagem em vídeo.terça-feira, 7 de setembro de 2010
Cerveja mais forte que cachaça...
Cerveja mais forte que cachaça vem dentro de animal empalhado
A cerveja The End of History custa quase 770 dólares a garrafa. E que garrafa…Os animais utilizados nas garrafas foram quatro esquilos, sete doninhas e uma lebre.
Como tem gente idiota nesse mundo, pagar 770 doletas numa porra duma cerveja que vem dentro de um animal empalhado, tem merda na cabeça .
Fonte:http://bocaberta.org/2010/07/cerveja-mais-forte-do-mundo-e-embalada-em-animais-mortos.html
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Ficha técnica:
- Título original: The Expendables
- Gênero: Ação
- Duração: 01 hs 43 min
- ano de Lançamento: 2010
- site oficial:http://www.osmercenarios.com.br
- Estúdio: Millennium Films / Nu Image Films / Rogue Marble
- Distribuidora: Lionsgate / California Filmes
- Direção: Sylvester Stallone
- Roteiro: Sylvester Stallone
- Produção: Kevin King, Avi Lerner, Kevin King Templeton, John Thompson e Les Weldon
- Música: Brian Tyler
- Fotografia: Jeffrey L. Kimball
- Direção de arte:
- figurino: Lizz Wolf
- Edição: Ken Blackwell e Harb Paulo
- Efeitos EspeciaisSergio Farjalla Jr. e Andy Weder:
| Sinopse |
A história de um grupo de mercenários, classificados como dispensáveis, que tem como missão lutar para combater um ditador na América Latina. Juntos eles possuem uma marca, a tatuagem The Expendables.
elenco:
- Sylvester Stallone (Barney Ross)
- De Jason Statham (Lee Christmas)
- Jet Li (Bao Thao)
- Dolph Lundgren (Gunnar Jensen)
- Eric Roberts (Monroe)
- Giselle ITIE (Sandra)
- Randy Couture (Toll Road)
- Steve Austin (Paine Dan)
- David Zayas (General Garza)
- Terry Crews (César Hale)
- Mickey Rourke (Tool)
- Bruce Willis (Sr. Igreja)
- Brittany Murphy (Amy)
- Charisma Carpenter (Lacy)
- Nick Searcy (Agente Will Sands)
- James Hébert (Bill Parker)
- Matt Medrano (Miguel)
- Arnold Schwarzenegger
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